domingo, 10 de junho de 2012

La Isla Bonita

  Olá! Friozinho bom, né?
Vista do Morro da Cruz
  Gente, aqui em Floripa, tá um frio danado! Mas é frio mesmo, daqueles de ter que andar com duas calças, três meias, quatro blusas e dois casacos. Mas o pior mesmo é na hora de tirar essa rouparada e tomar banho, ninguém merece!
  Mas o que eu vim falar mesmo, é sobre essa nossa Ilha da Magia, que é linda, encantadora e me surpreende constantemente. Sei que o feriadão já tá acabando, mas minha dica para a próxima folguinha que você tiver é a seguinte:
  Visite o Mirante do Morro da Cruz, no Centro, prestigie a vista maravilhosa que ele irá proporcionar e escolha seu destino. 
  Se você é mais ligado em natureza, e quer um programa mais família, a minha dica é passar uma tarde no Horto Florestal do Córrego Grande. Programe-se e leve repelente, bastante água e sanduíches, além de colocar uma roupa leve e tênis esportivo. Chegando no Parque, você tem a opção de fazer as diversas trilhas ou, de fazer a trilha principal, que é mais uma caminhada, e, em seguida, estender a toalha e realizar um piquenique.
Centro
Horto do Córrego
  Outro ponto bem legal em Floripa, é o Centro. No Centrão mesmo, tem de tudo! É uma figura melhor que a outra. E o bom, é que você pode fazer compras e ao mesmo tempo apreciar a arquitetura dos prédios, que é fantástica, bem açoriana. Também tem o Centro menos movimentado, que é um pouquinho mais afastado e tem mais moradias. É ótimo, passar uma tarde lá, vendo as casas antigas, com velhinhas na varanda, e pra finalizar comer uma torta num dos muitos cafés que existem na região.
  Também recomendo, uma ida ao histórico bairro Santo Antônio de Lisboa. Fica no oeste da Ilha de Florianópolis, e é cheio de cultura, praticamente uma aula de história a céu aberto. É carro de boi pra cá, engenho de farinha pra lá, casas datadas de 1700 e lá vai pedrada, pra tudo quanto é lado. Muito legal, recomendo. Além de é claro, a beleza natural, proporcionada pela linda vista. 
Santo Antônio de Lisboa


Então é isso, gente. Programem-se e visitem um desses lugares no próximo domingo.

Abraços, 
Magal











Fonte imagens:

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Memórias de Leituras II

   Gente, nesse segundo dia consecutivo de muuuito frio em Floripa, cá venho eu, continuar com a série de Memórias de Leituras, mais um fragmento das memórias de Siry. Confiram! 
                                                 Ouvindo Histórias 
       Tudo que existe já teve um começo, por mais velha que seja a coisa, um dia já foi nova e iniciou tudo do zero. O meu começo no mundo da leitura foi desde que nasci. Isso mesmo, ainda na maternidade minha tia Ana Paula me deu de presente um livro, para que minha mãe entendesse um pouco da minha personalidade e aprendesse a conviver comigo. O livro (o qual, vez ou outra, ainda pego para ler) se chama “Meu pequeno libriano” e conta detalhes sobre o signo, como o signo dos pais vai se relacionar com o do bebê, como vão ser os primeiros anos da criança... Depois desse presente, só fui ganhando muitos outros relacionados à leitura.
  Quando bem pequena, com meses de vida até um ano/dois anos, tinha livros de figuras que faziam barulhos dos animais, ensinavam as cores, os meios de transporte, as formas geométricas... Essas coisas que são fundamentais que a criança aprenda.
    Minha mãe sempre lia livros para mim e um dos que eu mais gostava se chamava “Um tesouro de contos de fadas”, que é grosso e têm várias histórias dentro, como: “Rumpelstilskin”, “O gato de botas”, “Branca de Neve e Vermelha de Rosa”, “Hansel e Gretel”, “A menina dos fósforos”, “A Bela e a Fera”, “Ali Babá e os quarenta ladrões”, “Chapeuzinho Vermelho”, “Florinda e Yoringal”, “A Bela Vassilissa”, entre outros. O livro mescla histórias clássicas e muito conhecidas com histórias do folclore de diferentes países, como por exemplo, “A Bela Vassilissa” que é de origem russa. Segundo minha mãe, a minha história predileta era “Rumpelstilskin”, mas é impressionante como revirando o livro, consigo me lembrar de eu as escutando, querendo estar “na pele” de certos personagens e achando triste algumas delas. Este livro me foi dado pelo meu primo mais velho, Eduardo, que escreveu esta dedicatória na contra capa do livro: “Para Maria Eduarda, nos seus três aninhos, dois beijinhos e um livrinho. Eduardo – ”. 
   Ainda na questão de histórias que minha mãe lia para mim, lembro-me de adorar “Cachinhos Dourados”. Eu gostava tanto assim porque minha mãe imitava as vozes do papai urso, da mamãe urso e do filhinho urso. Uma grossa, já a outra média e a outra, aguda.
   Entre quatro/cinco anos, eu adorava ver a seção “Estilo” da Revista Caras, a qual eu chamava de “Quem é”, porque apareciam várias celebridades e eu gostava de ver quem era quem. Até hoje muitas pessoas vem comentar comigo que se lembram de que eu sabia o nome de praticamente todo mundo que aparecia na revista.
    Não me lembro muito dessa fase, até mesmo porque era muito pequena, mas as coisas de que me recordo, sinto uma saudade! Como é o caso de “Um tesouro de conto de fadas”, parece que foi ontem que minha mãe lia para mim... 
  
   Na próxima postagem vocês conferem mais um capítulo da minha vida! Hahaha
                                                                                      Hasta la proxima!
                                                                                                          Siry ;)

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Memórias de Leituras

  Boa tarde, gente! Como vão vocês?
Hoje aqui em Floripa tá um friozinho tão bom pra ficar debaixo das cobertas fazendo o que gosta, ainda mais sendo véspera de feriado... Daí então eu vi que nada melhor do que postar no Risadas! 
 A postagem de hoje já vem sendo pensada por Magal e eu há algum tempinho, quando recebemos a nota de um trabalho de português que havíamos feito, individualmente. O trabalho era para que escrevvêssemos nossas memórias de leitura ao longo de nossas vidas, desde o processo de aprendizado da mesma até os dias atuais. E nós, que quase não gostamos de escrever (risos), desenvolvemos cada uma, um trabalho todo elaborado, mas o resultado final, foi bacana! Por isso, vamos postar ao longo do tempo, fragmentos de nossas memórias, sempre especificando ao lado a quem pertence a memória, certo? Vamos lá!
                                           
                                    Memórias Literárias de Maria (Siry)
   Meu mundo da leitura 
                                  " Compositor de destinos
                                    tambor de todos os ritmos
                                    tempo tempo tempo tempo
                                    entro num acordo contigo
                                    tempo tempo tempo tempo "
                                                                              Oração ao tempo - Maria Gadú 
   Muitas pessoas só falam em exercícios físicos, aqueles que nos ajudam a manter a saúde e a boa forma, mas mal sabem que um grande aliado da felicidade e da longa vida é o exercício intelectual, me refiro principalmente à leitura. Certa vez, uma professora minha da 6ª série me disse que a força física não move montanhas, mas que a força mental é capaz disso. A partir do momento em que ela me falou essa frase, passei a usá-la em meu vocabulário e a transmití-la para as pessoas. Essa frase faz muito parte da minha vida, porque adoro praticar atividade física e admiro aqueles que nasceram para isso, mas valorizo bem mais uma pessoa culta, com um bom vocabulário.
  Acho que essa preferência pelo exercício intelectual vem desde pequena, pensando sempre em profissões destinadas à área das linguagens ou comunicação. Já pensei em ser professora de português ou espanhol, jornalista, psicóloga, pedagoga... É possível perceber então que idealizo coisas mais voltadas para o estudo da mente, das pessoas e, além disso, profissões que exigem bastante leitura e informação.
  Conversando com meus pais e avós, percebi que hoje em dia está tudo mudado, os jovens de hoje, em sua maioria, têm preguiça de ler. Isso mesmo, PREGUIÇA de ler! Definitivamente, isso não é normal. Mas é que estamos na era da internet, em que tudo é mais fácil e tem a necessidade de ser rápido, "para ontem", ninguém mais busca o significado de uma palavra que ficou em dúvida nos dicionários convencionais, recorrem tudo à internet. Eu mesma sou, muitas vezes, refém disso. Acredito sim que a internet pode trazer muitas coisas boas, mas tudo em excesso faz mal e eu acho que o mundo já está vivendo uma "overdose" de internet, o que não é nada bom. Daqui a pouco, mal vai ter livro impresso, vai ser tudo pelo computador! E como vai ficar a leitura gostosa na rede, depois do almoço? Como que vai ficar o cheirinho de novo (ou velho) das páginas dos livros?
  Pretendo com este trabalho não retratar os benefícios e malefícios da era digital, mas, sim, o meu mundo de leitura, o que eu gosto de ler, o que não gosto, o que eu já li na minha vida, o que não consegui ler ainda... Por isso, a partir de agora você vai mergulhar no meu universo de leituras, vou lhe fazer rir (quem sabe chorar), se identificar,discordar, concordar e por aí vai...
    Seja bem-vindo!


   E aí, gostaram dessa primeira introdução? Se ficaram curiosos para o restante, aguardem, pois virá!
                                                                          Beijos, 
                                                                                       Siry :)
                                                                                
OBS: Fotos de minha autoria. 

sábado, 26 de maio de 2012

As mais esquisitas do mundo

    Meu Deus, gente! O que é isso, né? 10 dias sem postar, mil desculpas! Mas e aí, tudo tranquilo?
  Bom, esses dias eu tava vendo no site da Globo uma reportagem sobre uma casa subterrânea feita toda de vidro e decidi vir compartilhar aqui com vocês. Se tratava de uma casa construída no meio de um campo que quase não dá de se encontrar a residência, só é possível por causa da chaminé! Imagina o sufoco pra dar um ponto de referência na hora de passar o endereço, né? Hahaha Mas a casa é toda debaixo da terra e feita de vidro, só o banheiro que é um compartimento lá dentro feito de uma parede de plástico. 
  Depois que eu li a reportagem, o site me sugeriu um link com 10 casas de vidro, decidi clicar! Me deparei com casas feitas completamente de vidro, em que a vida do morador é um livro aberto. Todas em geral eram situadas em campos e florestas, o que de noite deve dar um medo... Só uma na Itália que se localizava perto de um córrego que parecia ser no perímetro urbano. Eu acho que deve ser legal morar numa casa dessas como experiência, mas só se tivessem cortinas nas janelas, viu?
  Além de falarmos de casas de vidro, dei uma pesquisada e encontrei as 10 casas mais coloridas, quero dizer, os 10 conjuntos de casas mais coloridos. E não é que nesse ranking estava uma favela do Rio de Janeiro? Depois uma cidade da África do Sul, San Francisco nos EUA, uma vila de pescadores italiana... Uma mais charmosa que a outra, essas com certeza eu iria visitar! 
  Depois andei dando mais uma pesquisada e vi cada coisa incomum, que vocês podem conferir neste site http://www.fotas.com.br/construcoes/78-construcoes-incomuns/: uma igreja de cabeça pra baixo, uma casa que dá a impressão de estar se mexendo (eu já tinha visto numa aula de inglês), umas casas parecendo mais é disco voador, uma casa em meio a uma enorme pedra, conterneirs alinhados formando uma residência, enfim, são tantas que nem consigo descrever mais, só vendo pra crer!
  E aí, já tiveram vontade de morar numa bolha de vidro ou de pintar suas de uma cor bem chamativa para alegrar mais o mundo?
                                                                          Por que não?
                                                                                    Siry :)
FONTE: -www.globo.com 
  

quarta-feira, 16 de maio de 2012

A Magia dos incensos

     Hello, gente! Tudo beleza? 
  A dupla Lau está preparando um texto muito especial sobre as fortalezas de Florianópolis, que conheceremos amanhã (17/05) através de um passeio de barco. Este texto vai ser mais um para a série "Diário de Bordo", então, aguardem! 
Infinidade de incensos 
  Enquanto não vamos passear de barco e conhecer um pouquinho mais do passado da Ilha da Magia, venho aqui falar de outra magia, para uns é misticismo, para outros é relaxamento, tem aqueles que não gostam, tem aqueles que adoram... Eu tô falando dos incensos!
  Diversos povos ao longo dos anos usufruiram do bem-estar dos incensos, entre eles:

  • Egípcios: são os mais antigos na arte da manufatura e uso dos incensos. O mais famosos incenso egípcio é o Kyphi, fabricado dentro dos templos e sob todo um ritual secreto. Dizem por aí que os 16 ingredientes do Kyphi eram mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, arcouthelds, caramum e raíz de íris. Tem ingredientes aí que eu nem conheço, mas e aí, vai encarar? Hahaha 
  • Hindus: o povo hindu sempre foi famoso por seus perfumes cheirosos, portanto, nada mais, nada menos, que os incensos da Arábia foram os primeiros a serem exportados. O sândalo era um dos itens mais populares da época.
  • Judeus: existem várias referências do uso do incenso entre os judeus, porém eram queimados em rituais secretos dentro de casa.
  • Gregos: veio da região da Fenícia e começou a ser expandido no século VIII a.C. 
  • Budistas: começou a ser difundido um século antes dos gregos e constituía uma das sete oferendas sensoriais, tinham tudo a ver com os níveis de adoração.
  • Romanos: este povo utilizava os incensos na Festa do Pastor e os principais aromas eram feitos de ramos de oliveira, louros, ervas,como a  mirra e o açafrão. 
  • Cristãos: foram os que mais demoraram a usar os incensos, o usufruindo na Missa Solene.
  • Islâmicos: para este povo, o incenso está associado aos mortos, fazendo referência a eles.
  • Outros cultos: são utilizados ainda em métodos de encantamento, para mandar embora as energias negativas. Os materiais mais usados são olíbano, benjoim, estoraque, sementes de coentro, entre outros.
             Além de conhecermos os povos que usaram incenso ao longo dos anos,vamos ver os diferentes tipos de incensos e para que servem: arruda (eliminação de energia negativa), acácia (sono tranquilo), absinto (proteção do amor), alecrim (afasta a depressão), almíscar (sorte e sucesso), benjoim (aumenta a criatividade), camomila (melhora as finanças), cedro (aumenta a força física), cipreste (aumenta a concentração), cravo (abre os caminhos), erva cidreira (felicidade), erva doce (harmonia e paz), eucalipto (renova as energias), hortelã (incentiva a consciência ecológica), lavanda (contra a depressão e confere sono tranquilo), mirra (estimula a intuição), noz moscada (alegra o ambiente), patchuli (reativa a fertilidade e traz abundância), pimenta da Jamaica (elimina brigas dentro de casa), sândalo (traz sucesso), entre tantos outros.
   E olhem só que legal, foi descoberto o incenso ideal para cada signo, é só você ver qual o melhor para o seu signo e ver o que o parágrafo acima tem a dizer sobre o incenso!
- Áries: mirra, cipreste, almíscar.
- Touro: sândalo, camomila, orquídea.
- Gêmeos: canela, eucalipto.
- Câncer: cânfora, jasmin, maçã rosada. 
- Leão: cedro, rosa branca, sândalo.
- Virgem: canela, cravo, rosa, benjoim.
- Libra: eucalipto, cedro, jasmin. 
- Escorpião: almíscar, flor do campo, lótus.
- Sagitário: alfazema, alecrim, sândalo.
- Capricórnio: arruda, benjoim, cravo.
- Aquário: cedro, eucalipto, rosa.
- Peixes: cânfora, jasmin, mirra.
   Já vimos os que transmite cada incenso e o melhor para cada signo, mas agora nos resta saber quais são as maneiras de se acender o incenso, não é? Pois então, se você quiser arriscar e acender com um isqueiro, significa que você acredita em sua força mental e pensamento positivo. Já se você acender com fósforo, quer dizer que acredita nos elementos do ar e estes ajudarão na limpeza de sua casa. E não importa o modo que você escolher para acender seu incenso, mas, ao acender, procure mentalizar uma oração ou pensamento positivo.
   Gente, como eu falei no início do texto, muitos podem achar isso uma bobagem, mas eu decidi postar pela questão de boas energias, positivismo que os incensos trazem, tanto que perduram ao longo dos séculos. Mas e aí, já escolheu o seu? 
                                                                                            Hasta, 
                                                                                                      Siry ;) 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Tentando fazer Cupcakes

    Oi gente, tudo bom? 
 A gente anda meio sumida, né? Mas é que é uma infinidade de provas e trabalhos, que "tais é maluco"! Hahaha... 
   Já que hoje eu tive uma trégua dos estudos, combinei uma tarde com a minha prima, Nina,  pra gente botar o papo em dia e, de quebra, tentar fazer uns cupcakes. Detalhe: ela já fez outras vezes e eu era a primeira vez que ia fazer, o resultado foi que achei tudo mágico, colocar os bolinhos nas formas pequenininhas, vê-los crescer, retirar das forminhas e colocar numa travessa elaborada! Que coisa mais fofa! Hahaha
   Fizemos tudo no improviso, fazendo a receita de Nega-Maluca mesmo, que vocês podem conferir em postagem anterior aqui no Risadas: http://risadaslau.blogspot.com.br/2011/11/receitinha-basica.html.  Enquanto os bolinhos assavam, ficamos quebrando a cabeça pra saber o que colocaríamos em cima deles, para decorar, já que não tínhamos comprado balinhas e outras coisas específicas para doces. Pensamos, pensamos, pensamos... Até que sugeri que a gente colocasse bombom "Sonho de Valsa" picado e foi o que fizemos! Após assarmos as duas levas da massa, esperamos esfriar, colocamos o Sonho de Valsa, montamos uma mesa toda elaborada e fomos experimentar. Gente, tava uma delícia, bem macio, gostoso... 
Saindo do forno! Quentinhos... 
   Já que deu o maior sucesso e que os cupcakes tão dando o que falar, decidi pesquisar um pouquinho mais de sua história: os cupcakes nada mais são do que os bolos de xícara, ou seja, mini bolos com todos os ingredientes medidos em xícaras. Seu surgimento foi nos Estados Unidos do século XIX, para facilitar o serviço nas antigas padarias, já que os fornos da época demoravam muito para assar os bolos grandes. Outra coisa que na época era adaptada, era a questão de eles serem assados em latas, por falta de formas, sendo este mais um fator que dava o nome de cupcake. 
   A possibilidade de combinar diversos sabores, o tamanho ideal para uma pessoa, as embalagens e decorações fofas e a relação lúdica que envolve o bolo (remete a alegria, diversão, risadas) são os principais fatores a qual todos querem fazer seus cupcakes. Hoje em dia nem é só em aniversários que encontramos a delicinha, mas sim em simples reuniões, jantares, eventos corporativos, formaturas e, olha a bomba, até mesmo em casamentos! Legal, né? E para finalizar as curiosidades sobre, temos que os sabores mais feitos são chocolate e baunilha, mas temos também de laranja, café, limão, morango, cenoura... 
Que tal esse para fazer no café da manhã de sua mãe nesse domingo especial? 
    Bom, eu acho que todos nós podemos tentar fazer os nossos do nosso jeito, mas para quem tem vontade de ter algo mais profissional (quem sabe não sai fazendo para vender?) eu recomendo um curso que minha outra prima, a Vi, vai começar a fazer: é com Isamara Amâncio, aqui em Florianópolis, na Avenida Madre Benvenuta, cujo telefone é (48)3240-2004 ou (48)3240-2005.
OBS: Nas imagens, os cupcakes mais escuros, feitos de chocolate, são os que Nina e eu fizemos, os demais foram pegos na internet. 
                                                                                       Beijos, 
                                                                                                     Siry ;) 
                - http://www.isamaraamancio.com.br/cursos-em-florianopolis.html

terça-feira, 1 de maio de 2012

Museu da Moda

    Oi gente, tudo bom? Hoje é feriado, Dia do Trabalho... Agora estou me despedindo da folga de quatro dias para recomeçar os estudos e deicidi vir postar! O tema que escolhi foi inspirado no "Jornal Hoje" da Rede Globo de sábado (28/04), que passou uma reportagem sobre o Museu da Moda (MUM), em Canela, Rio Grande do Sul. Logo que vi a chamada da reportagem, não desgrudei da TV, porque o tema me atraiu, já fiquei com vontade de programar alguma viagem que no roteiro tivesse esse lugar. Daí decidi dar uma pesquisada e compartilhar aqui com vocês!
Vestido de Maria Antonieta 
Vestidos do Governo de Luís XVI e Maria Antonieta 
  A idealizadora do museu foi Milka Wolff, uma empresária e estilista, ela construiu esse museu com uma reconstrução estética da moda nos últimos 4000 anos, o que é um marco no cenário mundial. As peças foram construídas a partir de pesquisas da própria Milka e da supervisora do museu, Débora Elman, que cuidaram de todos os detalhes, do tingimento até a costura das peças. O visitante entra num túnel do tempo, vendo peças de 2000AC até os dias atuais, podendo, ao final da visita, passar na lojinha e comprar alguma lembrança relacionada às roupas retratadas!
   Vamos ver agora as épocas retratadas pelo MUM:
Anos 20 

  • Antiguidade: Na pré-história as roupas eram utilizadas com a finalidade de abrigo e proteção, as roupas eram usadas ainda com distinção social (os pobres mais simples e os ricos, com mais detalhes e luxos). Os materiais desse período eram o linho, a lã e a seda, em várias colorações. Na Roma e Grécia do ano 200AC, as mulheres utilizavam túnicas de mangas longas. 
  • Idade Média: A escuridão reinava sob a Europa, portanto as roupas eram longas, em tons mais escuros e com capas para o ocultamento das pessoas, que no geral viviam fugindo da Inquisição.
  • Iluminismo: A vinda do uso da razão trouxe um período muito sábio e tranquilo, portanto, pedia vestidos claros feitos de algodão. Para marcar a silhueta feminina, cintos abaixo do busto eram muito usados. No verão, as mangas eram curtas e bufantes, enquanto que, no inverno, eram longas e estreitas. Os xales drapeados iam por cima dos longos vestidos.
  • Renascença: Agora sim, todo manifesto intelectual e cultural era permitido! Os tecidos da época eram caros e elegantes, como a renda, brocado, seda, veludo... As sais viam com uma prega larga e generosa, e o peito passou a ser discretamente evidenciado. Os corpetes davam essa evidência, quando colocados por cima dos vestidos. Também eram sinônimos de elegância no período, os leques e lenços.
  • Era Napoleônica: O que diferenciava a classe superior, era que eles usavam luvas, bolsas, véus de renda, flores nos cabelos... Novamente os tecidos em evidência eram o brocado, veludo e com a novidade tafetá. 
  • Belle Epoque (final do século XIX): As confecções vinham cheias de babados, plissados, franjas... As roupas tinham volumes estranhos, com o uso de crinolinas (armação das saias antigas) enormes.
  • Avant Garde (início do século XX): Os vestidos ficaram mais curtos e a cintura baixou até os quadris, porque a silhueta feminina mudou, ficando com busto menos e quadris mais estreitos. Xales e lenços de franja vinham para cobrir maiores decotes que ainda não eram "autorizados".
  • Anos 50: No final dos anos 50 uma moda jovem começou a governar, com calças cigarretes, sapatilhas de ballet e suéteres. Os jeans começaram a ser usados no mundo inteiro.
  • Anos 60: Os vestidos curtos (no geral com saias rodadas e de bolinha) e a minissaia predominavam. No final da década os hippies chegaram com um novo jeito de vestir as saias e os acessórios. Nasceu o comprimento midi, muito usado com botas. 
  • Anos 70: Famosos estilistas propuseram peças confortáveis, como as calças pantalona e boca de sino. Os tecidos eram bem leves e as estampas eram, muitas vezes, florais  ou psicodélicas mesmo. Já no final da década, os comprimentos eram mesclados entre mini, midi e maxi.
  • Anos 80: Extravagância é a palavra-chave! Desde as grandes ombreiras quanto aos brilhos pregados no tecido lurex. Os jeans ganham mais ênfase ainda e ficam mais justos, detalhando a silhueta feminina. A febre academia/esporte vem bem expressa nas roupas também, com leggings, collants e bermudas. 
  • Anos 90: Cansados dos excessos dos anos 80, os estilistas estavam em busca de algo minimalista, que perdurou ao longo dos anos 90. Ficam em alta os trajes básicos do dia-a-dia, muito evidenciados pela indústria americana. No auge das baladas, o tom preto é o que predomina para as saída noturnas. 
  • Anos 2000 (século XXI): Já é algo mais complexo, trazendo a moda como algo pessoal e com releitura de épocas passadas, por exemplo, agora está super na moda estampas florais, que vem lá dos anos 70. A frase que descreve o cenário atual é: tudo junto e misturado! 
           Então gente, gostaram do texto? Que tal dar um pulinho lá quando for visitar a serra gaúcha? Eu já estou querendo planejar... Hahaha 
                                                                                         Hasta luego, 
                                                                                                         Siry :)