sábado, 7 de dezembro de 2013

Ira: um mal dos tempos modernos?

  Oi gente!
  Esse ano, nas aulas de Filosofia, estudamos os 7 Pecados Capitais. Fomos apresentados a diversos textos e vídeos sobre cada um dos pecados e instigados a pensar sobre eles. Aproveitando esse gancho, decidimos criar a série "7 Pecados Capitais", onde, duas vezes por semana, iremos postar um texto falando de algum dos pecados. 
  Para começar, trago para vocês a minha opinião sobre a Ira. Seria ela um mal dos tempos modernos? Dá uma olhadinha: 


                Muitas pessoas relacionam o estresse aos tempos modernos. Outras ainda, dizem que estresse e ira são praticamente a mesma coisa. Seria então a ira um mal dos tempos modernos?
Lúcio Aneu Sêneca
                Creio que não! Desde os nossos ancestrais hominídeos começarem a conviver em sociedade, o estresse passou a ser parte de seu dia-a-dia, porque por mais que muita gente tente negar, conviver em sociedade é estressante sim. E o que seria a ira, se não a junção, ou até mesmo o resultado do estresse, do ódio, da amargura e da decepção?
                Um antigo intelectual do Império Romano conhecido como Sêneca (c. 4 a.C. - 65 d.C.), afirmou que não ser tão otimista, pôr uma dose de pessimismo em nossas expectativas, diminuem as decepções, logo, diminuem a ira. Concordo com ele, mas também é bem verdade que ter que suportar todos os dias um chefe exigente, um trânsito caótico, pessoas com as quais não se dá bem mas é obrigado a conviver todos os dias (seja no ambiente escolar, laboral, etc.) atiçam a ira.
                É claro que varia muito de pessoa para pessoa,algumas estão mais propensas a sentirem raiva por motivos aparentemente pequenos, mas aí entra a história das personalidades, cada pessoa canaliza suas frustrações de um jeito. Pessoas com comportamentos mais agressivos tendem mais a ter ira; as mais melancólicas, são as reféns da inveja; etc.

                Concluo, por fim, algo que todos já sabem: a ira em excesso faz mal, porém, doses diárias de "realidade" previnem um comportamento infantil e fantasioso e uma "queda muito alta do cavalo" no futuro. 


E então, gostaram da nossa proposta? A qualquer momento damos as caras por aqui
outra vez para falar sobre algum outro pecado.


Até breve,
Nat Magal

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Crônica de vô

   Olá! Tudo bom?

Hoje peço licença e permissão para publicar um texto que não é de minha autoria  e nem tampouco de autoria da Nat Magal, mas sim, escrito por meu querido avô Carlos Alberto Sirydakis, carinhosamente chamado por nós (Dupla Lau) de Esnal! A crônica foi escrita por meu avô agora em 2013, quando ele está com 73 anos e foi publicada no livro " História do Fisco Catarinense-Construindo uma Santa Catarina Melhor", do jornalista Moacir Pereira. A seguir,lhes deixo com as sábias palavras do "jovem" senhor Carlos Alberto:
Uma Alma Boa

     Sou descendente de grego. O meu avô fugiu da Grécia quando houve uma guerra, no final do século 19, veio para cá e, junto com os outros, fundou a colônia grega em Santa Catarina. Meu pai falou que o pai dele e uns amigos vieram remando. Eram 11 gregos em um veleiro. Quando não tinha vento, era no braço mesmo. Aí pararam em Santo Antônio de Lisboa, na Ilha de Santa Catarina. Uma moça foi lá e deu água para o velho - que na época não era velho, era bem moço. Resultado: casaram e tiveram 11 filhos. Depois mudaram para o bairro José Mendes, numa casa que até hoje existe. 
  Minha mãe é de origem italiana: Lunardelli. A turma brinca: "Então tu tens sangue azul?". Eu digo: "Devo ter, porque grego com italiano...". Estou com 72 anos e tenho três filhos - dois rapazes e uma moça. Desses dois rapazes casados, tenho cinco netos - quatro mulheres e um homem. A vida inteira pratiquei esportes. A gente, quando é guri, tem dois prazeres na vida: jogar bola ou então soltar pandorga. A mãe era rígida: só podia brincar quando acabasse os deveres. Tal hora, em casa. Se não estivesse tal hora,ela dizia que ia fechar a porta. Ela abriria, né?, mãe é mãe. Ela era professora do grupo escolar e meu pai trabalhava no Departamento de Saúde Pública. Mas a educação que eu recebi deles valeu muito.
  Tenho um irmão mais velho. Ele também se formou em Direito, como eu. E foi para o exército. Depois fez um concurso e passou para promotor. Agora está com 74 anos, aposentado como Procurador de Justiça. Sou do concurso de 1963. Antes eu trabalhei muitos anos como secretário da Associação Comercial de Florianópolis. Trabalhei sempre em Florianópolis, mas prestava serviços em Tijucas, São João Batista, Canelinha e Nova Trento. Nós saíamos em nossos carros para fiscalizar. Ou então de jipe chapa branca, mas era muito chamativo e os sonegadores se mandavam. 
  Eu fazia muito assim: saía às seis horas da manhã de casa e ia fazer primeiro a cidade mais distante, depois pegava os livros, botava no carro e vinha voltando. Quando chegava em casa, o porta-malas estava cheio de documentos. Eu amarrava tudo com uma fita e usava aqueles lápis com uma ponta vermelha e outra azul. Quando desconfiava que tinha sonegação, marcava o lápis vermelho. Azul era quando tinha dúvida. Verificava tudo, claro, mas começava pelos vermelhos. O problema era a estrada nessa época.Só podia ir de jipe. Eu ia de carro porque era metido a besta, era mais conforto. Com chuva, só se ia até onde o calçamento permitia. Em dias de chuva, tinha de ir alguém com um trator buscar. 
  Uma vez eu fui a Nova Trento fiscalizar a firma de um italiano que tinha fama de botar os fiscais para correr com uma garrucha. Eu era um guri, tinha 23 anos, e não sabia disso. Cheguei lá e me identifiquei. Na hora em que mostrei os documentos da intimação, o camarada os jogou em cima do balcão e caíram no chão. Juntei os papéis, dobrei e disse:
 - Meu amigo, eu estou te intimando porque sou funcionário do Estado. Nós precisamos aumentar a arrecadação para fazer estrada pra vocês aqui do interior. Isso aqui tá uma m., quando chove não passa ninguém, só carro de boi. E depois, tem um detalhe: eu pago pra não entrar em briga, mas depois pago duas vezes pra não sair! 
 O cara começou a baixar a bola e ficar vermelho. Aí eu prossegui:
 - E outra coisa: eu estou aqui como autoridade da Fazenda do Estado. Se eu quiser, ligo agora para o delegado e você vai em cana por desrespeito à autoridade. 
  Aí foi lá para dentro e chamou a mulher, que disse: - Pois não, senhor? 
  Expliquei a situação. A mulher só faltou chorar pra eu não fazer aquilo que tinha dito. Perguntei qual era o contador da firma e ela disse que era de Tijucas. Ela ofereceu para mandar um menino de bicicleta lá. Eu disse que não precisava. Deixei a orientação sobre os livros que eu queria e disse que, quando chegasse em Florianópolis, ia dizer à secretária que os documentos seriam encaminhados pelo senhor fulano de tal. A mulher pediu desculpas, chorou e me disse:
 - O senhor parece ser uma alma boa.
  Respondi:
 - Eu quero que a senhora diga isso é no dia em que eu morrer, quando o Homem me levar lá para cima, porque o inferno tá cheio de fiscal da Fazenda.
 Aí ela riu. E vim embora. 
  
 
Seu Siry,como é carinhosamente chamado Carlos Alberto e Dona Dalva, sua esposa e, por sua vez, minha avó! 
Assim que terminei de ler o texto de meu avô pela primeira vez, fiquei extremamente feliz em ver que, mesmo aos 73 anos, continua lúcido e muito, mas muito inteligente! Fiquei contente em ver que o texto estava super bem escrito, as ideias concatenadas e com uma sequencia lógica muito boa. Simples, sem termos formais e acadêmicos, mas com uma linguagem "da ilha" impressionante e muito agradável de ler! Viajei no tempo com as histórias de meu querido avô, imaginando o tempo em que se soltava pandorga, brincava de correr na rua, viajava pelas estradas de chão de nosso Estado... 

  Recomendo à vocês a leitura do livro das memórias do fisco catarinense, pois apresenta outros causos interessantes de colegas/amigos de profissão de meu avô. Vale a pena conferir!
 Beijo grande, 
Maria Siry :)  

domingo, 1 de dezembro de 2013

Perfil: Maria Eduarda (Lúdica)

  Oi, gente! Para hoje preparamos um Perfil pra lá de especial: com a nossa divertida e querida amiga Maria Eduarda Broering (xará da Siry) e mais conhecida pela gente como "Lúdica"! O apelido Lúdica vem das atitudes divertidas que ela tem e caiu como uma luva para ela, tanto é que nem conseguimos chamá-la de Duda, Maria, Eduarda ou qualquer outro nome! Hahaha  Deem uma olhada no que ela nos respondeu! 
O grupo musical "Sambô" que canta versão da música favorita de Duda

Nome completo? Maria Eduarda Broering da Silva

Qual teu signo? Câncer

Qual teu sonho?  Viajar para lugares maravilhosos e ter muito dinheiro.
 
Qual teu pior defeito?
Ser uma pessoa mandona, querer tudo para já e ser impaciente.

E a melhor qualidade?
 Ser bondosa
 
Qual teu filme preferido?
  Sobrenatural 1 e 2

E o que menos gosta?
 Evocando espíritos 2

Qual tua estação do ano preferida? Por quê?
 Verão, amo praia e piscina.

Tens animais de estimação? Quantos?
Sim, 2 cachorras

Qual animal tu mais gostas?
Cachorros

Qual é o tipo de música que tu gostas?
Samba, pagode, pop

Que tipo de música que tu não gostas?
Sertanejo

Música preferida?
  "Facho de esperança" -  Sambô

Qual tua comida preferida?
  Lasanha e Pão de queijo

Qual comida que tu não gostas?
Figado, marisco e ostra

Bebida favorita?
 Chá de pêssego

Tens algum ídolo? Qual? Por quê?
  Não tenho


Qual tua cor favorita?
  Azul marinho e laranja 

  Se identificaram com alguma das respostas da Lúdica? Esperamos que tenham gostado!
Beijos, 
Maria Siry 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Córdoba - Argentina: Relato de uma experiência

 Olá, pessoal! 
Lista com os aprovados de 2013

 Como todos sabem Nat Magal e eu, Maria Siry, estivemos vivendo fora do Brasil por dois meses durante este ano de 2013, mais especificamente nos meses de agosto e setembro passados. A experiência vivida foi o intercâmbio escolar "Projeto Córdoba", proporcionado por nosso colégio, que leva 11 estudantes do Colégio de Aplicação da UFSC para a cidade de Córdoba/Argentina e traz 11 estudantes da Escola Superior de Comércio Manuel Belgrano para Florianópolis. Quando a gente vive tal experiência quase não tem tempo para mais nada no período pré viagem, durante viagem e o pós viagem, uma loucura! Por isso, só estou conseguindo sentar hoje para construir este texto de balanço da experiência e compartilhamento da mesma com os queridos leitores do Risadas Lau. A construção deste texto era um desejo meu já faz tempo, desculpa a demora em executá-lo, mas é que infelizmente tinham outras coisas que eu deveria priorizar :( 
  Bom, vamos ao que interessa: a história da minha participação no intercâmbio! Quando eu estava na 5ª série do Ensino Fundamental, descobri através da participação da irmã de minha amiga Luísa que este intercâmbio existia em meu colégio e, a partir do instante em que fiquei sabendo da oportunidade, já fiquei com muita vontade de participar! Sempre falava aos meus pais que gostaria de participar quando chegasse ao ensino médio (um dos pré-requisitos para poder entrar no processo seletivo). Além disso, um ano depois da irmã da Luísa participar, meu primo Arthur também participa e eu passo a ter mais contato ainda com a experiência, conhecendo o argentino Enrico que foi para a casa de meus tios. Eis que chego ao 1º ano do ensino médio, me inscrevo e participo da primeira reunião (com os demais 40 inscritos mais ou menos), porém, ao chegar em casa, converso com os meus pais e desisto, pois pensei que ia ter que estudar e focar muito no primeiro ano do ensino médio pois todos diziam que era o ano mais difícil e também porque minhas notas em física não eram as melhores e mais dignas naquele momento. Com muito aperto no peito e peno resolvo deixar o sonho para o ano seguinte. Vale ressaltar que, além de mim, Magal também passou pelo mesmo que eu!
Intercambistas brasileiros e argentinos na praia do Campeche - Floripa

Então chegou o tão esperado 2013 e, novamente, as duas se inscreveram no projeto, frequentaram a primeira reunião e não pararam por aí! Ao longo de todo processo seletivo participamos de reuniões, aulas extra de espanhol (já fazíamos a disciplina como parte integrante do currículo escolar), jornadas bolivarianas (semana que ocorre na UFSC dedicada aos assuntos de interesse latino-americano), escrevemos resenhas, fizemos prova escrita e oral de espanhol, participamos de reuniões com pais e ex-intercambistas e chegamos até mesmo a fazer uma mini peça de teatro de improviso. Além é claro de desenvolvermos durante todo esse tempo o nosso projeto de pesquisa, fomentando o que pesquisaríamos lá e como apresentaríamos isso no final de tudo lá em Córdoba e aqui em Florianópolis! 
No colégio Manuel Belgrano também tinham alunos do COLTEC de Belo Horizonte (MG/Brasil) fazendo intercâmbio. Ficamos amigas deles e este é um dos ótimos momentos que passamos ao lado dos "mineirinhos"

     Depois de muito esforço, eis que sai o resultado: Maria e Nat passaram!!!!! Descobrimos isso no início de julho e as viagens seriam no início de agosto, ou seja, um mês de muita ansiedade para organizar tudo e sonhar com a conquista que já havia sido conseguida e que estava tão perto de ocorrer! No mês de julho nós compramos as passagens, verificamos os últimos detalhes de roupas e outras coisas que deveriam ser compradas, fizemos as autorizações em cartório para poder viver dois meses fora do país sem os pais (hmm, que chique! hahaha), conversamos via facebook/e-mail com os intercambistas que viriam aqui para Floripa e com suas respectivas famílias com as quais ficaríamos hospedados em suas casas... Foi um mês intenso! Em 30 de Julho chegam os argentinos, depois de trinta horas de viagem de ônibus. O coração estava a mil, querendo conversar, saber dos costumes, de como é lá, mostrar como funciona cá! Eu não cabia em mim de tanta ansiedade! 
   Uma semana se passa e... Lá estamos nós na rodoviária de Florianópolis de novo, só que desta vez para embarcar e pisar na ilha novamente somente dois meses depois. Eu confesso que chorava muito, com medo do desconhecido e uma ansiedade de marinheira de primeira viagem em intercâmbios. Assim que entramos no ônibus, já vamos conversando, rindo e todo esse medo se transforma em uma alegria enorme que nem sei descrever! 
   Após 28 horas de viagem que, por sinal,foi super tranquila salvo alguns percalços que depois se resolveram muito bem,  chegamos em Córdoba numa quarta-feira quase dez horas da noite. A essas alturas a ansiedade já estava de novo grande e eu estava muito curiosa para conhecer ao vivo a família que me receberia. 
Eu (Siry) e meus pais na "choradeira" na rodoviária antes de ir

   Não vou me prolongar mais muito, porque sei que deve ser chato para vocês ficar lendo um texto enooorme de grande, mas quero contar que fui muito bem recebida por minha família argentina, que consegui estreitar os laços e pretendo voltar para visitá-los muito em breve. Recomendo para todos participar de uma experiência como essa, porque te amadurece, tu aprendes a te virar sozinho (digo sem teus pais), tu conheces uma nova cultura, uma nova língua (pude praticar o espanhol que tanto adoro), tu fazes novos amigos, tu conheces uma outra maneira de viver, com outros costumes, comidas, festas, feriados, colégio, prédios, casas, enfim, outros ares! Como me esquecer dos tão deliciosos "criollos" (massinha folheada com sabor único), doce de leite, "asado" (o nosso churrasco) ou então como não requebrar o corpo ao som de "cumbia"? Como não se entregar completamente a um "helado muy rico" (sorvete gostoso)? Como não se apaixonar pelo "Boulevard Chacabuco", pelas praças e parques ao ar livre? Como não amar a tranquilidade e descontração do povo cordobes? 
Palácio Ferreyra - Museu de Córdoba

   Acho que um texto como esse é pouco para eu expressar tudo o que sinto ao participar desta oportunidade única em minha vida, que me abriu muitas portas e que fez com que eu passasse a admirar ainda mais a cultura argentina, que sempre gostei! 
Com amigas argentinas no colégio de lá
A família que me recebeu na Argentina

   Para fechar, gostaria de compartilhar com vocês um trecho que escrevi para um questionário de retorno que fizemos para a coordenação do projeto: "Eu sempre vi a Argentina como um país muito especial, sempre fui encantada por esta nação e sempre tive vontade de conhecer mais de sua cultura, porque sempre ouvia falar do tradicional tango, ou do típico “asado”, mas gostaria de vivenciar este país mais a fundo e foi o que aconteceu com a participação no intercâmbio! Eu já havia conhecido a cidade de Buenos Aires, porém é muito, mas muito diferente de Córdoba. Córdoba é bem mais tranquila, possui mais casas, menos trânsito, mais segurança e um povo mais simpático e acolhedor. Enfim, escrevi tudo isso para dizer que o intercâmbio só veio trazer mais pontos positivos na visão que eu já tinha da Argentina, como um país vizinho incrível, com uma vasta cultura, um povo incrível e que merece ser respeitado. Aprendi mais ainda a não generalizar os argentinos como sendo os “invasores” de nossas praias no verão, mas sim, como pessoas incríveis com muitas histórias a contar e cultura a compartilhar. Acho que devemos acabar com as rivalidades entre as duas nações, sejam estas rivalidades futebolísticas, linguísticas, culturais... Afinal de contas, somos todos hermanos! " 
   Espero que tenham gostado!
Um abraço, 
Maria Eduarda Sirydakis 
 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Perfil: Camilla

  Oi pessoal! Para começar bem a segunda-feira publicamos o perfil da nossa querida amiga Camilla, que gosta bastante de filmes do gênero comédia e que tem muito mais coisa para compartilhar com vocês.Deem uma conferida! 
Cartaz do filme preferido de Camilla, estrelado pelo comediante Paulo Gustavo


Nome completo?  Camilla Rech de Castro

Qual teu signo?  Peixes

Qual teu sonho? Ser bem sucedida, viajar e continuar sendo feliz!

Qual teu pior defeito?  Desorganização, ser irresponsável com certas tarefas e o fato de deixar tudo para última hora.

E a melhor qualidade? Bom-humor

Qual teu filme preferido?  “Minha mãe é uma peça”

E o que menos gosta? “Homem de Ferro”  e “Crepúsculo”.

Qual tua estação do ano preferida? Por quê? Verão, porque dá de fazer várias atividades.

Tens animais de estimação? Quantos? Sim, um gato chamado The Black.

Qual animal tu mais gostas? Gato, cachorro e sapo.

Qual é o tipo de música que tu gostas? Eletrônica, Pop e  músicas do estilo da rádio “Antena 1”, algo mais antigo.
Que tipo de música que tu não gostas? Sertanejo, Forró.

Música preferida?  “Let her go” - Passenger

Qual tua comida preferida? Lasanha e sanduíche natural.

Qual comida que tu não gostas? Peixe e abacate.  

Bebida favorita? Suco de abacaxi e refrigerante.

Bebida que não gostas? Pepsi.

Tens algum ídolo? Qual? Por quê? Sim, Adele. Porque a voz dela é surpreendente!

Qual tua cor favorita? Azul.


   E aí, gostaram de conhecer um pouquinho mais da Camilla? Qualquer dia desses pode ser você o próximo entrevistado!
Abração, 
Maria Siry :) 



terça-feira, 19 de novembro de 2013

"Poeminha do contra"

 Olá, leitores.
 Algum de vocês já ouviu falar de Mário Quintana? Devo confessar que ouvir falar, eu já ouvira, mas saber um pouco de sua história como escritor, a data e o local de nascimento, obras... Vixi! Não sabia mesmo. Entretanto, um de seus poemas mais famosos, "Poeminha do Contra", de vez em quando me vinha à cabeça, olha que frase bonitinha:

Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!

 E não só é bonitinha. Fazendo uso de figuras de linguagem, Quintana escreveu uma resposta a todas as críticas que recebera por ser um poeta que utilizava linguagem simples em suas obras. Disse que todos aqueles que o criticavam/autores que utilizavam uma linguagem mais elaborada, passariam, já ele, passarinho, ou seja, ficaria para sempre na história. Acredito que o 'passarinho', faz referência a essa associação que fazemos das aves com algo livre, eterno. 
Mario Quintana
 Mas cada pessoa, em cada época e em cada contexto diferente, pode interpretar a poesia de uma forma distinta, mas sempre com essa ideia da imortalidade, de ficar para sempre na história.
 Falando um pouco mais do autor, Mario Quintana, ele foi um gaúcho (tchê!) nascido em 30 de Julho de 1906 em Alegrete. Viveu uma vida típica de poeta: solitária, sem esposa nem filhos. Também não tinha residência própria, vivia em hotéis.
 Trabalhou como colunista em jornais, como tradutor de livros, como poeta e escritor. Escreveu também obras infantis. Tentou por três vezes, sem sucesso, entrar para a Academia Brasileira de Letras. Foi convidado a tentar uma quarta vez, com a garantia de que dessa vez  conseguiria, mas se recusou a passar pelo processo de novo.

 No dia 5 de Maio de 1994, morreu aos 87 anos em Porto Alegre, deixando uma obra imortal.  

 Gostaram de saber um pouco mais da história desse poema tão famoso e de seu autor?
 A qualquer momento voltamos com mais poesia no Risadas!

Até breve,
Nat Magal

domingo, 17 de novembro de 2013

Perfil: Mariana Borsa

Olá!
Hoje nós temos a honra de trazer para vocês a entrevista cedida pela queridíssima professora de Biologia, Mariana Borsa, também conhecida como filha do Rogério/Mariano e da Raíssa, namorada do Gil ou simplesmente Bizca!

Nome Completo:
Mariana Borsa

Qual teu sonho?
Encontrar equilíbrio entre o sucesso pessoal e o sucesso profissional.

Qual teu pior defeito?
Teimosia

E a melhor qualidade?
Persistência

Qual teu signo?
Leão

Torces pra algum time? Qual?
Sim, Grêmio. Também torço para um jogador de tênis: Djokovic

Filme preferido?
O Fabuloso Destino de Amelie Poulain

E o que menos gosta?
Comédias com humor "sexo e drogas"

Qual a estação do ano preferida? Por quê?
Outono. Não é tão frio a ponto de ser necessário usar casacos e nem tão quente para me fazer suar. É bonito :)

Tem animais de estimação? Quantos?
Não, mas meu namorado [vide Gil] tem uma cachorra chamada Nina que parece muito com ele: bem rabugenta.

Animal que mais gosta?
Corujas, lêmures. "Bichos com olhos grandes"

Qual o teu gênero musical preferido?
Rock

E o que não gosta?
Não julgo quem ouve, mas pagode e sertanejo são muito repetitivos.

Música preferida:
"It takes fool to remain sane" - The Ark

Comida que mais gosta?
Comidas com carne e molho - strogonoff é uma delas

E a que menos gosta?
Não gosto de vísceras como fígado, estômago, etc.

Bebida preferida?
Suco natural de maracujá + laranja + limão - bem ácido!!!

E a que menos gosta?
Odeio bebidas alcoólicas destiladas

Tem algum ídolo? Qual? Por quê?
Eu tenho um grupo/tipo de pessoas que admiro: as que não desistem, persistem e se superam

Hasta,
Maria e Nat