Oi gente!
Esse ano, nas aulas de Filosofia, estudamos os 7 Pecados Capitais. Fomos apresentados a diversos textos e vídeos sobre cada um dos pecados e instigados a pensar sobre eles. Aproveitando esse gancho, decidimos criar a série "7 Pecados Capitais", onde, duas vezes por semana, iremos postar um texto falando de algum dos pecados.
Para começar, trago para vocês a minha opinião sobre a Ira. Seria ela um mal dos tempos modernos? Dá uma olhadinha:
Muitas
pessoas relacionam o estresse aos tempos modernos. Outras ainda, dizem que estresse
e ira são praticamente a mesma coisa. Seria então a ira um mal dos tempos
modernos?
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| Lúcio Aneu Sêneca |
Creio
que não! Desde os nossos ancestrais hominídeos começarem a conviver em
sociedade, o estresse passou a ser parte de seu dia-a-dia, porque por mais que
muita gente tente negar, conviver em sociedade é estressante sim. E o que seria
a ira, se não a junção, ou até mesmo o resultado do estresse, do ódio, da
amargura e da decepção?
Um
antigo intelectual do Império Romano conhecido como Sêneca (c. 4 a.C. - 65
d.C.), afirmou que não ser tão otimista, pôr uma dose de pessimismo em nossas expectativas,
diminuem as decepções, logo, diminuem a ira. Concordo com ele, mas também é bem
verdade que ter que suportar todos os dias um chefe exigente, um trânsito
caótico, pessoas com as quais não se dá bem mas é obrigado a conviver todos os
dias (seja no ambiente escolar, laboral, etc.) atiçam a ira.
É
claro que varia muito de pessoa para pessoa,algumas estão mais propensas a
sentirem raiva por motivos aparentemente pequenos, mas aí entra a história das
personalidades, cada pessoa canaliza suas frustrações de um jeito. Pessoas com
comportamentos mais agressivos tendem mais a ter ira; as mais melancólicas, são
as reféns da inveja; etc.
Concluo,
por fim, algo que todos já sabem: a ira em excesso faz mal, porém, doses
diárias de "realidade" previnem um comportamento infantil e
fantasioso e uma "queda muito alta do cavalo" no futuro.
E então, gostaram da nossa proposta? A qualquer momento damos as caras por aqui
outra vez para falar sobre algum outro pecado.
Até breve,
Nat Magal









