quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Os 7 Pecados Capitais: Inveja

Pessoal, 
seguindo com a série sobre os sete pecados capitais, lançada semana passada aqui no Risadas Lau, venho publicar um texto falando da Inveja. 

  Desde muito pequena sempre aprendi, principalmente com minha mãe, que o sentimento de inveja é algo muito feio e ruim, assim como o ódio e a raiva, por exemplo. Ruim porque desgasta a pessoa que o detém, ataca a pessoa com a qual o indivíduo sente inveja, traz uma má convivência e até mesmo um "clima chato" para aqueles que tem de conviver com esse pecado sempre. 
  Mas afinal, o que é a tão falada inveja?
A inveja é um dos sete pecados capitais e consiste no sentimento de sempre achar que os outros possuem coisas melhores que si mesmo e, com isso, desejar o pior para esse "outro", só porque ele possui aquilo que a pessoa não tem. Um exemplo é quando um funcionário, em uma grande empresa, se destaca muito por seu trabalho, sua frequência, sua pontualidade e tudo mais, enquanto isso, um outro funcionário não alcançou tanto prestígio quanto o primeiro e, portanto, sente inveja do outro, tendo atitudes que criam um clima de tensão no próprio ambiente de trabalho!
Ilustração do exemplo de inveja no ambiente de trabalho. Eita incômodo! 

  Existem pessoas que são invejosas por natureza e tem o prazer em agourar tudo o que o outro conquistou (não importa quem seja o outro) e existem aquelas que sentem inveja em dado momento, uma "invejinha branca, que não faz mal" conforme o palavreado popular. Este caso é muito comum entre irmãos ou amigos. Como quando uma pessoa exibe um novo corte de cabelo e uma pessoa amiga dessa outra pessoa  faz qualquer comentário negativo só porque sentiu inveja. 
  A sugestão de melhoria para acabar com a inveja (ou pelo menos diminuir a intensidade da mesma) e ter uma qualidade de vida maior é olhar um pouquinho para si mesmo e se valorizar, pensando em antes de desejar aquilo que é do outro, valorizar seu próprio jeito e suas coisas. Uma outra dica boa é não se comparar com o outro, porque isso também pode gerar inveja, mas sim, pensar que cada um é único e recebe as suas próprias oportunidades, sem ter que querer sempre o que pertence ao outro!
Fitinhas do Bonfim, Trevo de 4 folhas, Pimenta e Olho grego são alguns dos instrumentos para afastar  "olho gordo" (vide pessoa invejosa)

  E aí, gostou da dica de hoje? Se você é daqueles super hiper mega invejoso, tente trazer essas dicas para a sua vida! Vais ver que viverás bem melhor! Aproveite esse clima mágico de fim de ano e comece a mudança interna ;)
Beijo, 
Maria Siry  

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Treinamento Funcional: a cara do verão!

   Pessoal, a Dupla Lau, antena que só ela, resolveu pesquisar, se informar e trazer os benefícios da mais nova febre que está atingindo homens e mulheres que buscam um corpo definido e saudável. Estou me referindo aos treinamentos funcionais, muito comuns nas principais cidades do Brasil. Será que quem o pratica tem o mesmo aproveitamento que alguém que faz musculação? É o que veremos!

   Afinal, o que é o treinamento funcional? É uma sequência de exercícios que treinam o corpo para exercer as funções que ele foi originalmente destinado a fazer, como correr, andar e as demais tarefas do dia-a-dia. Na maioria dos movimentos, o peso fica por conta do próprio corpo que acaba virando uma espécia de resistência aos exercícios, sendo que em outros movimentos são acessórios como a bola suíça, as faixas elásticas e o minitrampolim que entram em cena. 
   Muitas vezes, une o trabalho de diferentes habilidades num mesmo exercício, como quando se trabalha força, equilíbrio e flexibilidade de uma só vez! Ahh, vale ressaltar que qualquer um pode e deve fazer o treinamento funcional, basta ter um aval médico caso a pessoa tem qualquer probleminha de saúde. Uma dica importante é não sair por aí inventando coisa, mas sim,seguir os conselhos e o acompanhamento de um educador físico, né? 
  Veja agora os principais benefícios desta prática:
--> Podes obter os músculos fortes de uma só vez, digo, após executares um só exercício;
--> Melhora a postura;
--> Ameniza dores nas costas;
--> Trabalha o corpo todo de uma só vez;
--> Exerce um trabalho cardiorrespiratório;
--> Te traz equilíbrio e coordenação motora;
--> Aumenta tua flexibilidade;
--> É um treino mais dinâmico que a musculação.
O treinamento funcional é um forte aliado dos idosos!

  Bom, respondendo à nossa pergunta inicial, temos que o treinamento funcional, segundo especialistas do site www.minhavida.com.br, tem sim o mesmo aproveitamento que a boa e velha musculação! Agora cabe a você escolher qual mais lhe convém! Eu ainda sou do time das tardes na academia de musculação! Hahaha
Muitos beijos, 
Maria Siry :) 
  
Fica ligado: O programa Bem-Estar da Rede Globo (no ar de segunda a sexta às 09:55h) do dia 13/12 (essa sexta) vai ser ao vivo da praia de Jurerê Internacional, na nossa linda Floripa, mostrando uns exercícios de treinamento funcional. Não perca! Ah, também dá de ir até lá e fazer alguns exercícios junto da produção do programa, é gratuito! 
FONTE: - http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/16653-conheca-os-beneficios-do-treinamento-funcional-para-entrar-em-forma/8

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Recomendo: Histórias Cruzadas

  Boa tarde, queridos! Como estão passando este lindo e especial mês de dezembro? Espero que muito bem e com todo o encanto/magia do clima natalino!

  Me respondam, em pensamento, a seguinte pergunta: Já viste o filme "História Cruzadas"? Se a resposta for sim, aposto que amaste! Já se a resposta for não... Não perde tempo e vai até a videolocadora mais próxima da tua casa e aluga para ver! Sério, gente, o filme é muito, mas muito bom mesmo!! Eu nunca tinha visto, achava que nem tinha nada demais neles, as pessoas me recomendavam, mas eu achava que nem valia a pena ver, não sei por quê! Até que, Nat Magal, compra este DVD para presentear sua amiga secreta do amigo invisível de nossa sala de aula e eu fico com aquela vontade de ver. Daí depois disso, acabo por alugar na videolocadora e vejo! 
  O filme, baseado no best-seller de Kathryn Stockett, se passa no estado americano do Mississipi na década de 60 e conta diversas histórias interligadas, porém, o tema central é a condição do negro naquela época: como era visto o negro? Por que eles deveriam ser tratados de forma diferente, quase desumana? Por que eram considerados simples empregados e sem direitos? Perguntas como estas passavam pela mente da brilhante personagem Skeeter (Emma Stone), que é uma jovem da alta sociedade mas que trata super bem os criados negros e decide escrever um livro contando as histórias de vida e dificuldades dos mesmos, ou seja, algo totalmente à frente de seu tempo! As empregadas que aceitam relatar suas histórias para Skeeter são Aibileen (Viola Davis) e Minny (Octavia Spencer). Ambas correm risco de descoberta do que está sendo feito secretamente e, caso fosse de fato descoberta a escrita do livro com base nos relatos das duas negras, estas poderiam ser presas! Temos então um bonito ato de coragem e revolução apresentado ao longo do filme.
Skeeter em conversa com as criadas Aibileen e Minny 

   O legal do filme é que ele não fica só nessa história, como também mostra outras tramas dentro da grande trama, como a vida de recém casada com um homem super rico de Celia Foote (Jessica Chastain) que, a primeira vista parece fácil, mas na realidade é algo difícil de manter a casa, a comida e ela mesma arrumadas para o "maridão". Além disso, Celia sofre com o fato de ter perdido mais ou menos quatro bebês enquanto estava casada com o marido, ou seja, ela teve quatro gravidezes interrompidas! Mas nem por isso ela perde o bom-humor e a força de vontade, bem como, a simpatia que é marca registrada da personagem. Paralelo a isso, existe o grupo das "patricinhas", as riquinhas que se reúnem nas tardes para tomar chá e compartilhar inúmeras futilidades. São essas moças as principais responsáveis por maltratar os criados negros. Vou destacar duas delas: Hilly Holbrook, a mais insuportável de todas (risos)! Ela não aceita sair perdendo, não gosta dos negros, faz questão que eles tenham banheiros separados dos demais e é a grande influenciadora destas atitudes para as demais moças da alta sociedade, menos Skeeter, que é totalmente contra Hilly. A outra mulher que não dá a mínima para as negras e nem para sua própria filha é Elizabeth Leefolt, pessoa facilmente influenciável. 
A fútil Hilly 

   Um dos ápices do filme é quando Minny é demetida da casa de Hilly somente pelo fato de utilizar o banheiro da patroa ao invés de usar o banheiro separado para os criados e, no dia seguinte ela faz uma visita para "pedir desculpa" à Hillly, a levando uma torta para demonstrar seu arrependimento. Hilly se esbalda comendo pedaços e mais pedaços da torta, até que descobre que o que tinha dentro da torta eram as fezes de Minny!!! Bem feito para a madame, né? Hahaha 
   Prepare-se para ver um drama muito interessante, com pitadas de comédia! Além disso, fique atento a todos os detalhes, desde o cenário até o figurino, passando pela trilha sonora, efeitos especiais e tudo que se tem direito. A nota que dou para o filme é 1.000! Sério, é muito bom! Vale a pena conferir!
Abraço e boa semana, 
Maria Siry :) 

domingo, 8 de dezembro de 2013

Perfil: Nara Mikaela

 Oi povo! Tudo bom com vocês?
O Perfil de hoje é com uma pessoa que nós duas (Maria e Nat) admiramos muito por fazer seu trabalho com muito esforço e de uma forma bem divertida. Estamos falando de, ninguém mais, ninguém menos que Nara Mikaela Wedekin, a sempre marcante e inesquecível professora de teatro do CA! Confiram os gostos desta artista!
Cena do filme preferido de Nara! 

Nome completo? Nara Mikaela Wedekin 
Qual teu signo? Peixes
Qual teu sonho? 
Encontrar a serenidade
Qual teu pior defeito? 
Sou ansiosa.
E a melhor qualidade? 
Sou boa amiga.
Qual teu filme preferido? “
O Fabuloso mundo de Amelie Poulin.”
E o que menos gosta? 
Não gosto de filmes de ação.
Qual tua estação do ano preferida? Por quê? 
Adoro o verão para ir na praia.
Tens animais de estimação? Quantos? 
Não tenho animais.
Qual é o tipo de música que tu gostas?
Adoro música, minha preferida depende do humor.
Qual comida que tu não gostas?
Não gosto de chuchu e vagem.
Bebida favorita? 
Minha bebida favorita é a que tem meu nome que é suco de maracujá com água de coco e gengibre.
Tens algum ídolo? Qual? Por quê? 
Meu ídolo é Paulo Freire porque acho que ele revolucionou a educação.
Qual tua cor favorita?
Minha cor favorita (atualmente) é verde.
  
  Pois então, pessoal! Gostaram de conhecer um pouquinho mais sobre a Nara? Hoje a noite no Teatrinho da Igrejinha da UFSC ela apresenta, como diretora, o espetáculo "Noite de reis". É às 19h. Vale a pena conferir! 
Um abraço, 
Maria Siry e Nat Magal


sábado, 7 de dezembro de 2013

Ira: um mal dos tempos modernos?

  Oi gente!
  Esse ano, nas aulas de Filosofia, estudamos os 7 Pecados Capitais. Fomos apresentados a diversos textos e vídeos sobre cada um dos pecados e instigados a pensar sobre eles. Aproveitando esse gancho, decidimos criar a série "7 Pecados Capitais", onde, duas vezes por semana, iremos postar um texto falando de algum dos pecados. 
  Para começar, trago para vocês a minha opinião sobre a Ira. Seria ela um mal dos tempos modernos? Dá uma olhadinha: 


                Muitas pessoas relacionam o estresse aos tempos modernos. Outras ainda, dizem que estresse e ira são praticamente a mesma coisa. Seria então a ira um mal dos tempos modernos?
Lúcio Aneu Sêneca
                Creio que não! Desde os nossos ancestrais hominídeos começarem a conviver em sociedade, o estresse passou a ser parte de seu dia-a-dia, porque por mais que muita gente tente negar, conviver em sociedade é estressante sim. E o que seria a ira, se não a junção, ou até mesmo o resultado do estresse, do ódio, da amargura e da decepção?
                Um antigo intelectual do Império Romano conhecido como Sêneca (c. 4 a.C. - 65 d.C.), afirmou que não ser tão otimista, pôr uma dose de pessimismo em nossas expectativas, diminuem as decepções, logo, diminuem a ira. Concordo com ele, mas também é bem verdade que ter que suportar todos os dias um chefe exigente, um trânsito caótico, pessoas com as quais não se dá bem mas é obrigado a conviver todos os dias (seja no ambiente escolar, laboral, etc.) atiçam a ira.
                É claro que varia muito de pessoa para pessoa,algumas estão mais propensas a sentirem raiva por motivos aparentemente pequenos, mas aí entra a história das personalidades, cada pessoa canaliza suas frustrações de um jeito. Pessoas com comportamentos mais agressivos tendem mais a ter ira; as mais melancólicas, são as reféns da inveja; etc.

                Concluo, por fim, algo que todos já sabem: a ira em excesso faz mal, porém, doses diárias de "realidade" previnem um comportamento infantil e fantasioso e uma "queda muito alta do cavalo" no futuro. 


E então, gostaram da nossa proposta? A qualquer momento damos as caras por aqui
outra vez para falar sobre algum outro pecado.


Até breve,
Nat Magal

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Crônica de vô

   Olá! Tudo bom?

Hoje peço licença e permissão para publicar um texto que não é de minha autoria  e nem tampouco de autoria da Nat Magal, mas sim, escrito por meu querido avô Carlos Alberto Sirydakis, carinhosamente chamado por nós (Dupla Lau) de Esnal! A crônica foi escrita por meu avô agora em 2013, quando ele está com 73 anos e foi publicada no livro " História do Fisco Catarinense-Construindo uma Santa Catarina Melhor", do jornalista Moacir Pereira. A seguir,lhes deixo com as sábias palavras do "jovem" senhor Carlos Alberto:
Uma Alma Boa

     Sou descendente de grego. O meu avô fugiu da Grécia quando houve uma guerra, no final do século 19, veio para cá e, junto com os outros, fundou a colônia grega em Santa Catarina. Meu pai falou que o pai dele e uns amigos vieram remando. Eram 11 gregos em um veleiro. Quando não tinha vento, era no braço mesmo. Aí pararam em Santo Antônio de Lisboa, na Ilha de Santa Catarina. Uma moça foi lá e deu água para o velho - que na época não era velho, era bem moço. Resultado: casaram e tiveram 11 filhos. Depois mudaram para o bairro José Mendes, numa casa que até hoje existe. 
  Minha mãe é de origem italiana: Lunardelli. A turma brinca: "Então tu tens sangue azul?". Eu digo: "Devo ter, porque grego com italiano...". Estou com 72 anos e tenho três filhos - dois rapazes e uma moça. Desses dois rapazes casados, tenho cinco netos - quatro mulheres e um homem. A vida inteira pratiquei esportes. A gente, quando é guri, tem dois prazeres na vida: jogar bola ou então soltar pandorga. A mãe era rígida: só podia brincar quando acabasse os deveres. Tal hora, em casa. Se não estivesse tal hora,ela dizia que ia fechar a porta. Ela abriria, né?, mãe é mãe. Ela era professora do grupo escolar e meu pai trabalhava no Departamento de Saúde Pública. Mas a educação que eu recebi deles valeu muito.
  Tenho um irmão mais velho. Ele também se formou em Direito, como eu. E foi para o exército. Depois fez um concurso e passou para promotor. Agora está com 74 anos, aposentado como Procurador de Justiça. Sou do concurso de 1963. Antes eu trabalhei muitos anos como secretário da Associação Comercial de Florianópolis. Trabalhei sempre em Florianópolis, mas prestava serviços em Tijucas, São João Batista, Canelinha e Nova Trento. Nós saíamos em nossos carros para fiscalizar. Ou então de jipe chapa branca, mas era muito chamativo e os sonegadores se mandavam. 
  Eu fazia muito assim: saía às seis horas da manhã de casa e ia fazer primeiro a cidade mais distante, depois pegava os livros, botava no carro e vinha voltando. Quando chegava em casa, o porta-malas estava cheio de documentos. Eu amarrava tudo com uma fita e usava aqueles lápis com uma ponta vermelha e outra azul. Quando desconfiava que tinha sonegação, marcava o lápis vermelho. Azul era quando tinha dúvida. Verificava tudo, claro, mas começava pelos vermelhos. O problema era a estrada nessa época.Só podia ir de jipe. Eu ia de carro porque era metido a besta, era mais conforto. Com chuva, só se ia até onde o calçamento permitia. Em dias de chuva, tinha de ir alguém com um trator buscar. 
  Uma vez eu fui a Nova Trento fiscalizar a firma de um italiano que tinha fama de botar os fiscais para correr com uma garrucha. Eu era um guri, tinha 23 anos, e não sabia disso. Cheguei lá e me identifiquei. Na hora em que mostrei os documentos da intimação, o camarada os jogou em cima do balcão e caíram no chão. Juntei os papéis, dobrei e disse:
 - Meu amigo, eu estou te intimando porque sou funcionário do Estado. Nós precisamos aumentar a arrecadação para fazer estrada pra vocês aqui do interior. Isso aqui tá uma m., quando chove não passa ninguém, só carro de boi. E depois, tem um detalhe: eu pago pra não entrar em briga, mas depois pago duas vezes pra não sair! 
 O cara começou a baixar a bola e ficar vermelho. Aí eu prossegui:
 - E outra coisa: eu estou aqui como autoridade da Fazenda do Estado. Se eu quiser, ligo agora para o delegado e você vai em cana por desrespeito à autoridade. 
  Aí foi lá para dentro e chamou a mulher, que disse: - Pois não, senhor? 
  Expliquei a situação. A mulher só faltou chorar pra eu não fazer aquilo que tinha dito. Perguntei qual era o contador da firma e ela disse que era de Tijucas. Ela ofereceu para mandar um menino de bicicleta lá. Eu disse que não precisava. Deixei a orientação sobre os livros que eu queria e disse que, quando chegasse em Florianópolis, ia dizer à secretária que os documentos seriam encaminhados pelo senhor fulano de tal. A mulher pediu desculpas, chorou e me disse:
 - O senhor parece ser uma alma boa.
  Respondi:
 - Eu quero que a senhora diga isso é no dia em que eu morrer, quando o Homem me levar lá para cima, porque o inferno tá cheio de fiscal da Fazenda.
 Aí ela riu. E vim embora. 
  
 
Seu Siry,como é carinhosamente chamado Carlos Alberto e Dona Dalva, sua esposa e, por sua vez, minha avó! 
Assim que terminei de ler o texto de meu avô pela primeira vez, fiquei extremamente feliz em ver que, mesmo aos 73 anos, continua lúcido e muito, mas muito inteligente! Fiquei contente em ver que o texto estava super bem escrito, as ideias concatenadas e com uma sequencia lógica muito boa. Simples, sem termos formais e acadêmicos, mas com uma linguagem "da ilha" impressionante e muito agradável de ler! Viajei no tempo com as histórias de meu querido avô, imaginando o tempo em que se soltava pandorga, brincava de correr na rua, viajava pelas estradas de chão de nosso Estado... 

  Recomendo à vocês a leitura do livro das memórias do fisco catarinense, pois apresenta outros causos interessantes de colegas/amigos de profissão de meu avô. Vale a pena conferir!
 Beijo grande, 
Maria Siry :)  

domingo, 1 de dezembro de 2013

Perfil: Maria Eduarda (Lúdica)

  Oi, gente! Para hoje preparamos um Perfil pra lá de especial: com a nossa divertida e querida amiga Maria Eduarda Broering (xará da Siry) e mais conhecida pela gente como "Lúdica"! O apelido Lúdica vem das atitudes divertidas que ela tem e caiu como uma luva para ela, tanto é que nem conseguimos chamá-la de Duda, Maria, Eduarda ou qualquer outro nome! Hahaha  Deem uma olhada no que ela nos respondeu! 
O grupo musical "Sambô" que canta versão da música favorita de Duda

Nome completo? Maria Eduarda Broering da Silva

Qual teu signo? Câncer

Qual teu sonho?  Viajar para lugares maravilhosos e ter muito dinheiro.
 
Qual teu pior defeito?
Ser uma pessoa mandona, querer tudo para já e ser impaciente.

E a melhor qualidade?
 Ser bondosa
 
Qual teu filme preferido?
  Sobrenatural 1 e 2

E o que menos gosta?
 Evocando espíritos 2

Qual tua estação do ano preferida? Por quê?
 Verão, amo praia e piscina.

Tens animais de estimação? Quantos?
Sim, 2 cachorras

Qual animal tu mais gostas?
Cachorros

Qual é o tipo de música que tu gostas?
Samba, pagode, pop

Que tipo de música que tu não gostas?
Sertanejo

Música preferida?
  "Facho de esperança" -  Sambô

Qual tua comida preferida?
  Lasanha e Pão de queijo

Qual comida que tu não gostas?
Figado, marisco e ostra

Bebida favorita?
 Chá de pêssego

Tens algum ídolo? Qual? Por quê?
  Não tenho


Qual tua cor favorita?
  Azul marinho e laranja 

  Se identificaram com alguma das respostas da Lúdica? Esperamos que tenham gostado!
Beijos, 
Maria Siry